"...só viram os que levantaram para trabalhar no alvorecer que foi surgindo..."

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Na hora do adeus

Acabei de ler este livro espírita Na Hora do Adeus;apesar de não frequentar essa religião,tenho buscado informações, conhecimentos na mesma.  O Espírito  Luiz Sérgio preocupa-se com o bem-estar dos que vão e dos que ficam e  nos ensina, em "Na Hora do Adeus", a não temermos o desencarne. Mostra  que espíritos treinados para o socorro de recém-desencarnados imediatamente se apresentam, acompanhando-os desde o processo de desprendimento até a sua total libertação do plano físico. E essa assistência se estende a todos nós, evoluídos ou não, do mais virtuoso ao mais imperfeito, mostrando que realmente ninguém está sozinho. Só depende da  aceitação do auxílio, porque o livre-arbítrio é respeitado pela Espiritualidade Maior.Luiz Sérgio enfatiza bastante a postura , o respeito que se deve  ter no velório;a ajuda da oração ; fala sobre como agir diante dos pertences do(a) falecido(a);da importância de pensarmos e nos prepararmos para a morte,que  de acordo com a doutrina espírita , não existe;mostra que nínguem vira santo de uma hora pra outra, um viciado,  um avarento, egoísta...não deixa de sê-lo só por ter desencarnado.O aprendizado , a  evolução continua além túmulo.Interessante!!!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

"Coco Chanel & Igor Stravinsky-o filme"

Assisti neste final de semana e recomendo...
O filme francês "Coco Chanel & Igor Stravinsky" conta a história do romance entre a estilista e o compositor russo. Durante a Revolução Russa, Igor Stravinsky fugiu em exílio para a França e foi convidado por Coco Chanel a viver em uma de suas casas de campo para continuar a compor.
Igor aceitou o convite e foi viver com a mulher e os filhos no local onde iniciou a composição de parte de suas mais conhecidas obras. No longa, ele se envolve com a estilista no momento em que ela também vivia o momento mais criativo de sua carreira.



http://www.youtube.com/watch?v=0xh719Kzeec&feature=player_embedded

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Terapia ajuda pessoas a superarem problemas por meio da conversa e do afeto








Grupo de funcionário do Tribunal Superior do Trabalho reunidos em roda de terapia comunitária: técnica de apoio coletivo A auxiliar de serviços gerais Selma Aparecida Boas, 28 anos, sofria por não conseguir abraçar. A impossibilidade de abrir os braços e acalentar as pessoas queridas se tornou, aos poucos, uma barreira que a segregava do mundo. “Sofria muito porque acabei me afastando daqueles que mais me queriam bem. Tive uma educação rígida e não conseguia demonstrar carinho”, relata. A angústia de Selma, no entanto, ficou no passado. A terapia comunitária integrativa foi o instrumento de resgate. “Com ela, pude enxergar que não estava sozinha. Todos nós temos problemas. Às vezes, nem os percebemos ou fazemos questão de escondê-los dentro de nós. Mas eles estão lá, promovendo sofrimento. O exemplo de superação de companheiros do grupo de que participo mudou a minha história. Com eles, aprendi a abraçar”, revela a moça. Ouvir e ser ouvido, falar para tirar da alma a dor que desencadeia males físicos são alguns objetivos da terapia comunitária integrativa (TCI), método que nasceu no Departamento de Estudos Comunitários da Faculdade de Medicina na Universidade Federal do Ceará (UFC) há 25 anos. Trata-se de uma metodologia desenvolvida pelo psiquiatra e antropólogo Adalberto Barreto. O médico percebeu que moradores da Favela de Pirambu, em Fortaleza, o procuravam na UFC para tratar males que não demandavam medicamentos. “As pessoas sofrem por serem ignoradas. Eu me dei conta de que, como psiquiatra, talvez estivesse medicalizando o sofrimento. Na universidade, não tínhamos como atender à demanda. Então, resolvi ir até a favela com os estudantes para ouvir os moradores do local”, explica o médico e professor. Uma pesquisa realizada ao longo dos 25 anos trilhados por Barreto e seus seguidores mostrou que 88% das pessoas que frequentam a TCI resolvem suas questões com a terapia. Só a minoria restante necessita de atendimento individual de psiquiatras e psicoterapeutas. Segundo o médico, a terapia não trabalha em cima das carências do ser humano, mas a partir de suas competências e virtudes. “A TCI entende que podemos amar porque fomos amados, mas também somos capazes de receber e dar amor, ainda que ele não tenha sido uma constante em nossa história”, atenta. As rodas, como são chamados os grupos de TCI, são coordenadas por terapeutas comunitários formados por um curso desenvolvido pelo próprio Barreto. Não é necessário ter formação superior, mas é fundamental ter um perfil mediador. ...
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  http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2010/12/14

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Artesanato em cabaças

Gueixa

Gueixa

Gueixa

Matrioska



Uma matrioshka, matriochka ou matrioska (em russo матрёшка ou матрешка, Matryoshka) ou boneca russa é um brinquedo tradicional da Rússia, constituída por uma série de bonecas, feitas de diversos materiais, ainda que o mais frequente seja a madeira, que são colocadas umas dentro das outras, da maior (exterior) até a menor (a única que não é oca). A palavra provém do diminutivo do nome próprio Matryona.

Artesanato em cabaças

             Bonecas gueixas e matrioska